CVS update: /ccvs/doc/i18n/pt_BR/
[email protected] 13 May 2005 02:38:45 -0000
| Newsgroups | gmane.comp.version-control.cvs.cvs |
|---|---|
| Message-ID | <[email protected]> |
User: fred_maranhao
Date: 05/05/12 19:38:45
Modified:
/ccvs/doc/i18n/pt_BR/
cvs.texinfo
Log:
translated section:
- 9. Handling binary files
correcting: change one space after a dot. putting two in the place.
File Changes:
Directory: /ccvs/doc/i18n/pt_BR/
================================
File [changed]: cvs.texinfo
Url: https://ccvs.cvshome.org/source/browse/ccvs/doc/i18n/pt_BR/cvs.texinfo?r1=1.29&r2=1.30
Delta lines: +342 -330
-----------------------
--- cvs.texinfo 4 May 2005 02:35:36 -0000 1.29
+++ cvs.texinfo 13 May 2005 02:38:43 -0000 1.30
@@ -282,7 +282,7 @@
@c <en>versions.
Você pode, é claro, salvar toda versão de todo arquivo
que um dia você criou. Mas isto vai consumir um enorme
-espaço no disco. @sc{cvs} guarda todas as versões de um
+espaço no disco. O @sc{cvs} guarda todas as versões de um
arquivo em um único arquivo em uma forma inteligente
que guarda apenas as diferenças entre versões.
@@ -303,7 +303,7 @@
@sc{gnu} Emacs, tentam se certificar de que o mesmo
arquivo nunca seja modificado por duas pessoas ao mesmo
tempo. Infelizmente, se alguém estiver usando outro
-editor, está segurança não vai funcionar. @sc{cvs}
+editor, está segurança não vai funcionar. O @sc{cvs}
resolve este problema isolando os desenvolvedores uns
dos outros. Todo desenvolvedor trabalha em seu próprio
diretório e o @sc{cvs} mescla o trabalho quando cada
@@ -470,7 +470,7 @@
@c <en>not address the issues involved.
Mas você tem que lembrar que @emph{qualquer} sistema
desse é muito trabalhoso para construir e
-manter. @sc{cvs} não se importa com tais questões.
+manter. O @sc{cvs} não se importa com tais questões.
@c <en>Of course, you should place the tools created to
@c <en>support such a build system (scripts, @file{Makefile}s,
@@ -2124,7 +2124,7 @@
@file{#cvs.pfl} é uma trava de leitura
???promotable???. Qualquer arquivo no repositório com
um nome começando com
-@file{#cvs.wfl} é uma trava de escrita. versões antigas
+@file{#cvs.wfl} é uma trava de escrita. Versões antigas
do @sc{cvs} (antes do @sc{cvs} 1.5) também criavam
arquivos com nomes começando com @file{#cvs.tfl}, mas
estes não são discutidos aqui.
@@ -8945,18 +8945,18 @@
@c <en>@node annotate
@node annotate
@c <en>@section Annotate command
-@section Annotate command
+@section O comando annotate
@c <en>@cindex annotate (subcommand)
-@cindex annotate (subcommand)
+@cindex annotate (subcomando)
@c <en>@deffn Command {cvs annotate} [@code{-FflR}] [@code{-r rev}|@code{-D date}] files @dots{}
-@deffn Command {cvs annotate} [@code{-FflR}] [@code{-r rev}|@code{-D date}] files @dots{}
+@deffn Comando {cvs annotate} [@code{-FflR}] [@code{-r revisão}|@code{-D data}] arquivos @dots{}
@c <en>For each file in @var{files}, print the head revision
@c <en>of the trunk, together with information on the last
@c <en>modification for each line. For example:
-Para cada arquivo em @var{files}, imprime a revisão
-???head??? do tronco, junto com informações a respeito
+Para cada arquivo em @var{arquivos}, imprime a revisão no topo
+ do tronco, junto com informações a respeito
da última modificação em cada linha. Por exemplo:
@example
@@ -8976,11 +8976,11 @@
@c <en>or replaced; you need to use @code{cvs diff} for that
@c <en>(@pxref{diff}).
O arquivo @file{ssfile} atualmente contém duas
-linhas. a linha @code{ssfile line 1} foi submetida por
+linhas. A @code{linha 1 de ssfile} foi submetida por
@code{mary} em March 27 (27 de março). Então, em March
-28 (28 de março), @code{joe} adicionou uma linha
-@code{ssfile line 2}, sem modificar a linha
-@code{ssfile line 1}. Este relatório não te diz nada a
+28 (28 de março), @code{joe} adicionou a
+@code{linha 2 de ssfile}, sem modificar a
+@code{linha 1 de ssfile}. Este relatório não te diz nada a
respeito de linhas que foram deletadas ou substituÃdas;
Você precisa usar o @code{cvs diff} para isto
(@pxref{diff}).
@@ -8993,7 +8993,7 @@
@c <en>in more detail there and in @ref{Common options}.
As opções para o @code{cvs annotate} são listadas em
@ref{Chamando o CVS} e podem ser usadas para selecionar
-os arquivos e revisões para ???annotate???. As opções
+os arquivos e revisões para o annotate. As opções
são descritas com mais detalhes lá e em @ref{Opções comuns}.
@c FIXME: maybe an example using the options? Just
@@ -9005,7 +9005,7 @@
@c <en>@node Binary files
@node Arquivos binários
@c <en>@chapter Handling binary files
-@chapter Handling binary files
+@chapter Manipulando arquivos binários
@c <en>@cindex Binary files
@cindex Arquivos binários
@@ -9017,20 +9017,21 @@
@c <en>abilities, @sc{cvs} can store binary files. For
@c <en>example, one might store a web site in @sc{cvs}
@c <en>including both text files and binary images.
-The most common use for @sc{cvs} is to store text
-files. With text files, @sc{cvs} can merge revisions,
-display the differences between revisions in a
-human-visible fashion, and other such operations.
-However, if you are willing to give up a few of these
-abilities, @sc{cvs} can store binary files. For
-example, one might store a web site in @sc{cvs}
-including both text files and binary images.
+O @sc{cvs} é usado normalmente para guardar arquivos
+texto. Com arquivos texto o @sc{cvs} pode mesclar
+revisões, mostrar diferenças entre revisões de uma
+forma legÃvel para humanos, e outras operações do
+tipo. Entretanto, se você está disposto a abrir mão de
+algumas destas habilidades, o @sc{cvs} pode guardar
+arquivos binários. Por exemplo, pode-se guardar um
+site no @sc{cvs} incluindo tanto os arquivos texto
+quanto as imagens em binário.
@menu
@c <en>* Binary why:: More details on issues with binary files
-* Binary why:: More details on issues with binary files
+* Binary why:: Mais detalhes no que concerne a arquivos binários
@c <en>* Binary howto:: How to store them
-* Binary howto:: How to store them
+* Binary howto:: Como guardá-los
@end menu
@c <en>@node Binary why
@@ -9042,10 +9043,11 @@
@c <en>if the files that you customarily work with are binary,
@c <en>putting them into version control does present some
@c <en>additional issues.
-While the need to manage binary files may seem obvious
-if the files that you customarily work with are binary,
-putting them into version control does present some
-additional issues.
+???While??? a necessidade de armazenar arquivos
+binários se mostra óbvia se os arquivos com os quais
+você normalmente trabalha são binários, botá-los
+dentro do controle de versões requer alguns cuidados
+adicionais.
@c <en>One basic function of version control is to show the
@c <en>differences between two revisions. For example, if
@@ -9061,20 +9063,22 @@
@c <en>such as urging people to write good log messages, and
@c <en>hoping that the changes they actually made were the
@c <en>changes that they intended to make.
-One basic function of version control is to show the
-differences between two revisions. For example, if
-someone else checked in a new version of a file, you
-may wish to look at what they changed and determine
-whether their changes are good. For text files,
-@sc{cvs} provides this functionality via the @code{cvs
-diff} command. For binary files, it may be possible to
-extract the two revisions and then compare them with a
-tool external to @sc{cvs} (for example, word processing
-software often has such a feature). If there is no
-such tool, one must track changes via other mechanisms,
-such as urging people to write good log messages, and
-hoping that the changes they actually made were the
-changes that they intended to make.
+Uma habilidade básica de um controle de versões é mostrar
+as diferenças entre duas revisões. Por exemplo, se
+outra pessoa submete (check in) uma nova versão de um
+arquivo, você pode querer ver o que foi mudado e
+determinar quais destas mudanças foram boas. Para
+arquivos texto, o @sc{cvs} oferece esta funcionalidade
+através do comando @code{cvs diff}. Para arquivos
+binários, existe uma chance de extrair as duas
+revisões e então compará-las com uma ferramenta externa
+ao @sc{cvs} (por exemplo, alguns processadores de texto
+têm esta habilidade). Se não existe tal ferramenta, é
+possÃvel rastrear mudanças por outros meios, como por
+exemplo convencendo as pessoas a escreverem boas
+mensagens de registro (log), e torcendo para que as
+mudanças que eles realmente fizeram foram as que eles
+tinham intenção de fazer.
@c <en>Another ability of a version control system is the
@c <en>ability to merge two revisions. For @sc{cvs} this
@@ -9083,13 +9087,13 @@
@c <en>(@pxref{Multiple developers}). The second is when one
@c <en>merges explicitly with the @samp{update -j} command
@c <en>(@pxref{Branching and merging}).
-Another ability of a version control system is the
-ability to merge two revisions. For @sc{cvs} this
-happens in two contexts. The first is when users make
-changes in separate working directories
-(@pxref{Múltiplos desenvolvedores}). The second is when one
-merges explicitly with the @samp{update -j} command
-(@pxref{Ramificando e mesclando}).
+Outra habilidade de um sistema de controle de versões é
+a capacidade de mesclar duas revisões. No @sc{cvs}
+isto acontece em dois contextos. O primeiro é quando
+os usuáriso fazem mudanças em diretórios de trabalho
+separados (@pxref{Múltiplos desenvolvedores}). A
+segunda é quando alguém mescla explicitamente com o
+comando @samp{update -j} (@pxref{Ramificando e mesclando}).
@c <en>In the case of text
@c <en>files, @sc{cvs} can merge changes made independently,
@@ -9103,18 +9107,18 @@
@c <en>Note that having the user merge relies primarily on the
@c <en>user to not accidentally omit some changes, and thus is
@c <en>potentially error prone.
-In the case of text
-files, @sc{cvs} can merge changes made independently,
-and signal a conflict if the changes conflict. With
-binary files, the best that @sc{cvs} can do is present
-the two different copies of the file, and leave it to
-the user to resolve the conflict. The user may choose
-one copy or the other, or may run an external merge
-tool which knows about that particular file format, if
-one exists.
-Note that having the user merge relies primarily on the
-user to not accidentally omit some changes, and thus is
-potentially error prone.
+No caso de arquivos texto, o @sc{cvs} pode mesclar
+mudanças feitas independentemente, e avisar sobre um
+conflito se as mudanças conflitarem. Com arquivos
+binários, o melhor que o @sc{cvs} pode fazer é
+fornecer as duas cópias diferentes do arquivo, e deixar
+a cargo do usuário a resolução do conflito. O usuário
+pode escolher uma cópia ou a outra, ou pode rodar uma
+ferramenta externa de mesclagem que entenda aquele
+formato de arquivo em particular, se é que tal
+ferramenta exista. Observe que mesclagem feita pelo
+usuário se baseia no fato de o usuário não omitir
+acidentalmente algumas mudanças, e portanto é sujeita a erros.
@c <en>If this process is thought to be undesirable, the best
@c <en>choice may be to avoid merging. To avoid the merges
@@ -9122,17 +9126,18 @@
@c <en>discussion of reserved checkouts (file locking) in
@c <en>@ref{Multiple developers}. To avoid the merges
@c <en>resulting from branches, restrict use of branches.
-If this process is thought to be undesirable, the best
-choice may be to avoid merging. To avoid the merges
-that result from separate working directories, see the
-discussion of reserved checkouts (file locking) in
-@ref{Múltiplos desenvolvedores}. To avoid the merges
-resulting from branches, restrict use of branches.
+Se você acha que este processo é indesejável, a melhor
+escolha é evitar mesclagem. Para evitar mesclagens
+resultantes de diretórios de trabalho separados, veja a
+discussão a respeito de ???reserved checkouts??? (travas
+de arquivo) em @ref{Múltiplos desenvolvedores}. Para
+ecitar mesclagens resultantes de ramificações,
+restrinja o uso de ramos.
@c <en>@node Binary howto
@node Binary howto
@c <en>@section How to store binary files
-@section How to store binary files
+@section Como guardar arquivos binários
@c <en>There are two issues with using @sc{cvs} to store
@c <en>binary files. The first is that @sc{cvs} by default
@@ -9141,22 +9146,24 @@
@c <en>only), and the form appropriate to the operating system
@c <en>in use on the client (for example, carriage return
@c <en>followed by line feed for Windows NT).
-There are two issues with using @sc{cvs} to store
-binary files. The first is that @sc{cvs} by default
-converts line endings between the canonical form in
-which they are stored in the repository (linefeed
-only), and the form appropriate to the operating system
-in use on the client (for example, carriage return
-followed by line feed for Windows NT).
+Existem dois aspectos a considerar quando se usa o
+@sc{cvs} para guardar arquivos binários. O primeiro é
+que o @sc{cvs}, por padrão, converte quebras de linhas
+entre a forma canônica na qual elas são guardadas no
+repositório (apenas ???linefeed???), e a forma
+apropriada para o sistema operacional no qual o cliente
+é usado (por exemplo, carriage return (retorno do
+carro) seguido por line feed (alimentação de linha)
+para o Windows NT).
@c <en>The second is that a binary file might happen to
@c <en>contain data which looks like a keyword (@pxref{Keyword
@c <en>substitution}), so keyword expansion must be turned
@c <en>off.
-The second is that a binary file might happen to
-contain data which looks like a keyword
-(@pxref{Substituição de palavra-chave}), so keyword expansion must be turned
-off.
+O segundo aspecto é que um arquivo binário pode conter
+dados que se pareçam com uma palavra-chave
+(@pxref{Substituição de palavra-chave}). Logo, a
+expansão de palavra-chave deve ser desativada.
@c FIXME: the third is that one can't do merges with
@c binary files. xref to Multiple Developers and the
@@ -9165,14 +9172,14 @@
@c <en>The @samp{-kb} option available with some @sc{cvs}
@c <en>commands insures that neither line ending conversion
@c <en>nor keyword expansion will be done.
-The @samp{-kb} option available with some @sc{cvs}
-commands insures that neither line ending conversion
-nor keyword expansion will be done.
+A opção @samp{-kb} disponÃvel com alguns comandos do
+@sc{cvs} garante que nem conversão de terminação de
+linha nem expansão de palavra-chave sejam usadas.
@c <en>Here is an example of how you can create a new file
@c <en>using the @samp{-kb} flag:
-Here is an example of how you can create a new file
-using the @samp{-kb} flag:
+Aqui está um exemplo de como você pode criar um novo
+arquivo usando a opção @samp{-kb}:
@example
$ echo '$@splitrcskeyword{}Id$' > kotest
@@ -9183,9 +9190,9 @@
@c <en>If a file accidentally gets added without @samp{-kb},
@c <en>one can use the @code{cvs admin} command to recover.
@c <en>For example:
-If a file accidentally gets added without @samp{-kb},
-one can use the @code{cvs admin} command to recover.
-For example:
+Se um arquivo for acidentalmente adicionado sem o
+@samp{-kb}, é possÃvel usar o comando @code{cvs admin}
+para reverter. Por exemplo:
@example
$ echo '$@splitrcskeyword{}Id$' > kotest
@@ -9216,17 +9223,17 @@
@c <en>check in a new copy of the file, as shown by the
@c <en>@code{cvs commit} command above.
@c <en>On unix, the @code{cvs update -A} command suffices.
-When you check in the file @file{kotest} the file is
-not preserved as a binary file, because you did not
-check it in as a binary file. The @code{cvs
-admin -kb} command sets the default keyword
-substitution method for this file, but it does not
-alter the working copy of the file that you have. If you need to
-cope with line endings (that is, you are using
-@sc{cvs} on a non-unix system), then you need to
-check in a new copy of the file, as shown by the
-@code{cvs commit} command above.
-On unix, the @code{cvs update -A} command suffices.
+Quando você submete o arquivo @file{kotest} o arquivo
+não é mantido como um arquivo binário, por que você não
+o submeteu como arquivo binário. O comando @code{cvs
+admin -kb} ajusta o método de substituição da
+palavra-chave padrão para este arquivo, mas não altera
+a cópia de trabalho que você tem. Se você tem que
+lidar com terminações de linha (ou seja, você está usando
+o @sc{cvs} em um sistema não-unix), então você precisa
+submeter uma nova cópia do arquivo, como mostrado no comando
+@code{cvs commit} acima. No unix, o comando @code{cvs
+update -A} basta.
@c FIXME: should also describe what the *other users*
@c need to do, if they have checked out copies which
@c have been corrupted by lack of -kb. I think maybe
@@ -9237,9 +9244,11 @@
@c <en>(Note that you can use @code{cvs log} to determine the default keyword
@c <en>substitution method for a file and @code{cvs status} to determine
@c <en>the keyword substitution method for a working copy.)
-(Note that you can use @code{cvs log} to determine the default keyword
-substitution method for a file and @code{cvs status} to determine
-the keyword substitution method for a working copy.)
+(Note que você pode usar o @code{cvs log} para
+determinar o métido de substituição de palavra-chave
+padrão para um arquivo e @code{cvs status} para
+determinar o método de substituição de palavra-chave
+para uma cópia de trabalho.)
@c <en>However, in using @code{cvs admin -k} to change the
@c <en>keyword expansion, be aware that the keyword expansion
@@ -9250,15 +9259,16 @@
@c <en>or binary mode depending on what version you are
@c <en>checking out. There is no good workaround for this
@c <en>problem.
-However, in using @code{cvs admin -k} to change the
-keyword expansion, be aware that the keyword expansion
-mode is not version controlled. This means that, for
-example, that if you have a text file in old releases,
-and a binary file with the same name in new releases,
-@sc{cvs} provides no way to check out the file in text
-or binary mode depending on what version you are
-checking out. There is no good workaround for this
-problem.
+Entretanto, ao usar @code{cvs admin -k} para mudar a
+expansão de palavra-chave, esteja atento para o fato de
+que o modo de expansão de palavra-chave não tem
+controle de versão. Isto significa que, por exemplo,
+se você tem um arquivo texto em versões antigas, e um
+arquivo binário com o mesmo nome em novos releases,
+o @sc{cvs} não fornece uma forma de obter o arquivo em
+formato texto, ou binário, dependendo da versão que
+você estpa pegando. Não existe uma boa solução
+alternativa para este problema.
@c <en>You can also set a default for whether @code{cvs add}
@c <en>and @code{cvs import} treat a file as binary based on
@@ -9270,16 +9280,18 @@
@c <en>it is not clear how to distinguish between binary and
@c <en>non-binary files, and the rules to apply would vary
@c <en>considerably with the operating system.
-You can also set a default for whether @code{cvs add}
-and @code{cvs import} treat a file as binary based on
-its name; for example you could say that files who
-names end in @samp{.exe} are binary. @xref{Wrappers}.
-There is currently no way to have @sc{cvs} detect
-whether a file is binary based on its contents. The
-main difficulty with designing such a feature is that
-it is not clear how to distinguish between binary and
-non-binary files, and the rules to apply would vary
-considerably with the operating system.
+Você também pode ajustar um padrão para quando o
+@code{cvs add} e o @code{cvs import} tratarem um
+arquivo como binário de acordo como o seu nome; por
+exemplo, você pode dizer que arquivos cujos nomes
+terminem com @samp{.exe} são binário. @xref{Wrappers}.
+Não existe atualmente uma forma de fazer o @sc{cvs}
+detectar quando um arquivo é binário baseado em seu
+conteúdo. A dificuldade principal em fazer isto é que
+não é claro como se faz para distinguir entre arquivos
+binários e não-binários, e as regras para serem
+aplicadas variam consideravelmente com o sistema
+operacional.
@c For example, it would be good on MS-DOS-family OSes
@c for anything containing ^Z to be binary. Having
@c characters with the 8th bit set imply binary is almost