Re: [QD-Filosofia] IMPORTANTE - LEIA

Pink <lisias-iTyh1gMWHkxfJ/[email protected]> Mon, 30 May 2005 15:05:49 -0400
Newsgroups gmane.org.user-groups.quilombo
Message-ID <[email protected]>
Buenas,

Lá vai o /lurker/ de plantão dar pitaco novamente... :-)


Fábio Emilio Costa wrote:
> Em 27/05/05 12:33 luisccmail-quilombo-/E1597aS9LRfJ/[email protected] escreveu:
> 
>> --- Jacson Querubin <[email protected]> escreveu:
>>
>>> Olá gandhi e lista,
>>> Apesar de ser um membro pequeno e ouvinte, estou na massa de apoio.
>>
>>
>>
>>   Agora somos 50% "de acordo".
>>   Continuo contando, ainda falta um voto para "maioria absoluta".
> 
> 
> Não falta mais...

Eu não vou me posicionar à favor de um. Me parece que todos têm razão: 
se o estatuto exige "unanimidade", então unanimidade deve ser alcançada; 
  mas é difícil ver o QD num processo que promova (mesmo que 
indiretamente) Software Proprietário...

A minha posição neste tema é clara, e uma pesquisa no histórico da lista 
confirmará : eu *sei* que o S.L. é um excelente modelo de produção de 
software, mas é apenas uma ferramenta à mais a ser usada (ou não) em 
prol de uma outra luta (maior, e dissociada de software) que é a 
liberdade e o progresso econômico sustentável.

IMHO, o que é importante é que o software seja acessível, seguro, e 
promotor de desenvolvimento. Hoje, o S.L. é a melhor ferramenta para 
isto no domínio Software.

Mas não é a única.

Usar a ferramenta certa para o trabalho é a melhor solução para qualquer 
problema.


> Acho que quem deveria definir as ações no software livre é a comunidade, 
> e não as corporações. Claro que as corporações, como entidades, poderiam 
> livremente participar, mas quem deve tomar as rédeas é a comunidade.

A partir do instante que as corporações começam a fazer parte (e, mais 
importante, a financiar) a/da comunidade, elas passam a ter o direito de 
definir, também, as ações no Software Livre. Cabe à cada um dos 
integrantes da comunidade participar ou não destas ações, mas negar o 
direito é impensável.

A partir do momento que as corporações financiem (diretamente ou 
indiretamente) os integrantes da comunidade, é óbvio que seus interesses 
passarão a ter mais atenção. É tarefa de entidades como o Q.D. prevenir 
que o poder financeiro então, acabe por sufocar (intencionalmente ou 
não) os demais interesses do movimento.

O direito de "tomar as rédeas" deve ser igual para todos os membros da 
comunidade. Se alguém não for "digno" de tomar as rédeas, que não faça 
parte da comunidade. Se as corporações não são bem vindas, não aceitem 
seu dinheiro.

Do contrário, seremos um movimento de hipócritas.

-- 
[]s,
Pink-wBsywGeCLZkeOCNqTAKFjzj8K+HCKVuJ+cwJ65Ta4FyFMGGs4OAh9Yf9jMG0W+I2dC5D65UrEYD35BXe+0TDd9mK2QyCP+EC@public.gmane.orgverse
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